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Servidores ACS, ACE, SLU e Sudecap realizam ato em frente à PBH

Publicado em 12/09/2016 | Categoria: Destaque Slide Home, Geral, Saúde, SLU, Sudecap

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Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate a Endemias (ACE) paralisaram as atividades nesta segunda-feira e realizaram ato de protesto conjunto com servidores da SLU e da Sudecap, em frente à Prefeitura de Belo Horizonte, contra o não cumprimento da Lei federal 12.994/14 e Leis Municipais 12.957/16, 10.960/16 e 10898/16 que estipulam, respectivamente, o pagamento piso salarial nacional dos ACE’s e ACS’s e o pagamento da Gratificação Técnico-Administativa e Operacional (GTAO) para os servidores da SLU e da Sudecap.

Coordenado pelo presidente do SINBIBEL, Israel Arimar, juntamente com a vice-presidente Ilda Aparecida, as diretoras Ângela de Assis e Andreza Conrade e os diretores Robson Oliveira e Antônio Barbosa, o ato foi um repúdio à insensibilidade da prefeitura que não cumpre leis, demonstrado pelos servidores por uma sonora vaia para a Prefeitura de Belo Horizonte, bem como para o Prefeito Márcio Lacerda.

Robson Oliveira, diretor do SINDIBEL da área da SLU, explanou sobre a situação de alguns cargos dos servidores da superintendência que têm hoje salário inferior ao salário mínimo. De acordo com Robson, o salário líquido, quando aparece maior do que o salário mínimo é pelo resultado de pelo menos 25 anos de serviços prestados, com a inclusão de benefícios e outros proventos, após 04 avaliações de desempenho.

Durante o ato, vários trabalhadores expuseram suas opiniões sobre o posicionamento da prefeitura e puxaram várias palavras de ordem contra o governo municipal.

Após o ato, ACE ‘s e ACS’s presentes, cerca de 200, se reuniram na sede do Sindicato, onde foi passada pelo presidente Israel Arimar a informação de disposição do governo em apresentar uma nova proposta de PCCS, incluindo a equiparação do ACS ao nível 2, junto com o ACE, qüinqüênio a partir de 2017 e férias prêmios nos moldes dos médicos, sendo três meses para gozo a cada 5 anos. Presentes ACS’s (maioria), ACE e ACE II, a avaliação dos trabalhadores foi de que estas alterações ainda não seriam satisfatórias e reiteraram a posição da Assembleia, realizada na última quinta-feira (8), que rejeitou a proposta por não prever a inclusão no PCCS da saúde e a mudança de regime de forma plena. Como não foram apresentadas formalmente pelo governo estas alterações, a categoria presente entendeu que não cabe ao SINDIBEL convocar nova assembleia para deliberação.

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